segunda-feira, 16 de março de 2015

à sua maneira

te escrevo… pela primeira vez.

ei, pode me chamar de Jú, se quiser…
chama-me do que quiser.

posso ser tua, posso te pertencer. mas calma aí! já vou adiantar… sou complicada, sempre tenho bagunças guardadas em meu coração, me ajuda a arrumar?
não sou tão boba assim, rapaz. posso ter o coração quente, posso ser quente… mas, também posso ser uma pedra, uma pedra de gelo. mas esqueça. gosto de ti. sabe, andei pensando aqui, será que você é real mesmo? será que existe?! céus… como pode? como pode ter alguém tão… tão igual a mim? gestos, pensamentos, desejos, gostos… 

gosto da sua voz, da calmaria que ela traz. gosto desse jeito de me fazer sorrir 

sorria, Júlia! 

ei, canta Capital Inicial
”ela dormiu no calor dos meus braços e eu acordei sem saber se era um sonho…” 
será que foi sonho mesmo ou isso realmente aconteceu? não sei.
te encontro em meus sonhos… conversamos sobre o mundo, sobre nós, sobre nada. e assim fazemos, eu aqui e você aí… cada um à sua maneira.
complicado, não? mas somos assim…

apenas complicados.

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